De verso em verso.

Abril 23, 2010

Os efeitos e sensações arrebatadores que geralmente a musica e filmes musicais promovem, ou tentam promover, chegam a um estágio quase subliminar em Nine. As emoções e conflitos existenciais do ser humano entram no “palco” da sétima arte para promover a quebra de padrões de filmes apenas cantantes e felizes, sem excesso de plumas, paetês e “glamurices”, Nine vem cru e belo com a nota certa na hora certa falando nada mais nada menos que dos pormenores e peculiaridades que a fama pode trazer, especificamente para artistas como o Diretor “maestro” Guido Contini que teve uma vida não tão extraordinária assim para ganhar status de arista, ele, como tantos outros que existem e existiram fazem-se brilhantes apenas por o ser.O efeito metalingüístico do filme nos persegue até o final fazendo, na verdade, uma miscelânea de gêneros cinematográficos onde o sonoro é atenuado pelo show de  beleza e interpretação das mais belas atrizes do cinema atual.   


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